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Alexander Romiszowski
Editor-Chefe |
Esta segunda edição da Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância da ABED explora três temas importantes. O primeiro é a interface entre aprendizagem convencional face a face ou presencial e aprendizagem a distância; o segundo, a interface entre "design instrucional" e "design gráfico"; e o terceiro, a interface entre o design e a implementação de E-learning.
1. Presencial vs. Aprendizagem a Distância
Optei por usar a palavra "aprendizagem" e não outras palavras tais como "cursos" ou "educação". Esta opção é para enfatizar que as decisões de planejamento em termos de se é melhor usar metodologias para aprendizagem presencial ou a distância, são mais apropriadas quando tomadas no nível "micro" de planejamento específico de atividades de aprendizagem para um curso, ao invés do nível "macro" em termos de decidir se um determinado curso deveria ser oferecido a distância ou modo convencional.
É verdade que algumas vezes, como é o caso do Telecurso 2000 no Brasil, foi tomada uma decisão a nível macro para lançar todo um novo curso como curso a distância. Ou até uma nova instituição, como foi o caso da Open University da Inglaterra, decidiu operar exclusivamente como provedora de aprendizagem a distância. Tais decisões a nível macro são, tipicamente, baseadas em considerações políticas ou macroeconômicas, estimuladas por algumas óbvias inadequações, em larga escala, da oferta educacional, previamente oferecida por métodos convencionais. Entretanto, tais situações são, realmente, mais exceções do que regras; a grande maioria da educação, em todos os níveis do sistema escolar e universitário, foi e continua sendo implementada pelas chamadas metodologias "convencionais".
Mas, o que entendemos, exatamente, por sistemas convencionais de educação? Um estudante de nível primário ou secundário freqüenta as aulas numa escola convencional por uma média de 4 a 6 horas por dia, dependendo do sistema do país ou da escola. Uma proporção dessas horas é dedicada a assuntos, como educação física, que normalmente não requerem dos alunos nenhuma atividade de dever de casa. Mas matérias como matemática, ciências, estudos sociais e linguagens, geralmente esperam que atividades fora da escola sejam realizadas. Tipicamente, espera-se que um aluno de ensino médio realize duas ou três horas de estudo extra por dia, seja de trabalho individual ou em grupo. Portanto, no total (análise a nível "macro"), um currículo de uma escola secundária convencional é, aproximadamente, dois terços "presencial" e um terço "não presencial". Adotando uma análise a nível "micro" e focalizando disciplinas específicas tais como matemática ou ciência, as porcentagens de "presencial" para "não-presencial" são mais perto de 50/50.
Se agora considerarmos um típico curso universitário, a proporção de atividades presenciais vai para mais baixo ainda. Este é o caso da universidade da qual faço parte, a Syracuse University, onde existe uma política oficial o assunto. Os cursos e seus componentes de conteúdo são medidos em termos de "créditos"; na forma "convencional" de medir o volume de trabalho do aluno, um crédito representa uma hora de atividades em classe por semana para um semestre. Portanto, um curso típico de três créditos representa três horas de atividades presenciais por semana. Porém, a universidade define "a carga de trabalho máxima recomendada" como QUATRO cursos em um semestre. Isto acontece porque é formalmente reconhecido que um curso de três créditos não representa três horas de trabalho, mas DOZE horas de estudo por semana - três horas de atividade de aprendizagem em sala de aula e mais uma base de NOVE horas de estudo individual ou em pequenos grupos. Assim, quatro cursos deste tipo representam em média, 48 horas de trabalho por semana; e o plano do curso define tarefas e leituras obrigatórias projetadas para preencher todas estas horas.
Tomando este exemplo como base, podemos dizer que algo em torno de 75% de cursos universitários convencionais, são, de fato, "não presenciais". Esta análise quantitativa sugere que uma decisão política, a nível "macro", como o recente decreto do Ministério de Educação e Cultura do Brasil permitindo que as universidades substituam 20% de seus cursos presenciais por cursos a distância, pode ser interpretada, em termos de re-planejamento no nível "micro", como uma mera mudança de 5%, em termos do que já estava acontecendo.
Uma análise qualitativa leva a conclusões parecidas. Nesta grande parte não-presencial de qualquer curso, o aluno estuda diversos materiais didáticos, faz referência em materiais de consulta, executa alguns projetos práticos; eventualmente reúne-se com o grupo de colegas para executar tarefas de estudo colaborativo. A diferença entre muitos cursos presenciais e cursos a distância - e especialmente os cursos "semi-presenciais" - resume-se à troca de mídia: ao invés de usar a biblioteca escolar ou comprar muitos livros, o estudante acessa a Internet; em vez de agendar reuniões de trabalho com outros colegas da turma em horas mutuamente convenientes, ele interage em salas de "chat", ou mais freqüentemente e com maior conveniência, por e-mail, listas de discussão e outros meios assíncronos. Mas os objetivos dessas atividades e os processos de aprendizagem pouco mudaram. Apenas as mídias mudaram.
Será que estou exagerando? Acho que não. Pessoalmente, considero que cursos universitários com índices de "não-presencial" abaixo de 50% são exemplos de design instrucional inadequado, que não preparam o participante para o mundo profissional de hoje, onde saber a aprender sozinho ao longo da vida é uma das habilidades mais importantes para garantir "empregabilidade". Neste contexto, acho interessante citar minha experiência como estudante de física e engenharia na Universidade de Oxford no final da década 50 e início da 60. Naquela época, as grandes universidades tradicionais da Europa, entre elas Oxford, Cambridge e Durham na Inglaterra, ainda praticavam o sistema de ensino chamado "tutorial system"; este sistema era o "convencional" em todas as universidades antes da revolução industrial e a conseqüente tendência para massificação da educação. No "tutorial system" cada estudante é alocado a um "tutor" pessoal. Tipicamente, o estudante tinha um encontro por semana, de uma ou duas horas, com seu tutore este foi o único componente presencial obrigatório. As aulas e palestras - tinham muitas programadas - NÃO eram obrigatórias. Inclusive, em muitos casos o próprio tutor aconselhava a não assistir determinadas aulas - "este professor apenas fica falando o que já escreveu no seu livro: compre o livro - ele escreve bem melhor do que fala". No meu caso, às vezes passava meses sem assistir aula alguma. Minha estimativa é que todo meu curso universitário tornou-se 5% presencial (isso já incluindo as horas com meu tutor pessoal) e 95% não-presencial. Depois dessa "escola" precisei de um passo muito pequeno e fácil fazer meus estudos de PhD, na década de 70, quase totalmente "a distância", morando e trabalhando no Brasil e interagindo com meu supervisor de tese na Inglaterra. Isso sem o apoio das modernas tecnologias de informática e telecomunicação.
Estas ponderações foram estimuladas pelo artigo do Professor Romero Tori - "A Distância que Aproxima" - que analisa as vantagens da inclusão de algumas atividades "a distância" em cursos presenciais. Será que estas vantagens representam um caminho para a recuperação de boas praticas educacionais que foram, em grande parte, perdidas quando a educação parou de ser privilégio dos ricos e virou necessidade indispensável para todo cidadão? Será que, seguindo os conselhos do Romero Tori, podemos tornar a educação de massa tão eficiente como ela era na época do atendimento personalizado aos ricos?
Outro artigo relevante neste contexto é o de Peter Murray & Robin Mason; os autores apresentam uma revisão detalhada da literatura e pesquisa sobre Comunicação Mediada por Computador (Computer-Mediated Communication) ou "CMC". Observamos que existem diversas metodologias de CMC aplicadas em educação e que esta aplicação ocorre não apenas em EAD, mas igualmente (e provavelmente com igual freqüência) em cursos presenciais.
Mais um artigo relacionado é o "Relato de uma experiência de Sistema Híbrido no Ensino Fundamental: Projeto Aulativa" de Laura Coutinho, Carlos Klimick e Marco Antonio Casanova; o artigo descreve um sistema que já combina o presencial e o não-presencial para conseguir os maiores benefícios de ambas as modalidades. Talvez, no Brasil, estamos no início de um processo que já avançou bastante em alguns paises que adotaram EAD no ensino público mais cedo e em maior escala. Na Austrália, por exemplo, o próprio termo "EAD" está perdendo sentido. Quase todas as instituições "convencionais" também praticam EAD, às vezes até oferecendo cursos 100% a distância (porque isso faz mais sentido em determinado contexto). Mas muito mais freqüentemente incorporando uma mistura de atividades presenciais e distantes - enfim, cursos "híbridos" - só que não usam este nome, pois a prática é tão comum e difundida que é exatamente o curso "híbrido" que é considerado "convencional".
Enfim, fala-se muito de "novas paradigmas educacionais facilitados (ou até introduzidos) pelas novas tecnologias de telemática". Mas, na realidade, faz-se muito pouco realmente inovador. E muitas coisas consideradas inovadoras não são tão novas. A filosofia do construtivismo (não o nome específico, mas os princípios básicos) era praticada pelos Gregos da antiguidade - não todos, mas alguns (situação igual ao que se percebe nas escolas de hoje - até nas melhores escolas). Será que as novas tecnologias de informática e telecomunicação não oferecem inovações, mas facilitam a implementação de boas metodologias de ensino-aprendizagem que foram perdidas com o advento da revolução industrial? Eis um tema para discussão posterior.
2. Design Instrucional vs. Design Gráfico
No primeiro número da Revista foi abordada a importância do Design Instrucional para o sucesso de projetos de Educação a Distância. Neste segundo número, o design instrucional volta a ser enfatizado numa aplicação mais voltada para a aprendizagem na WEB, objeto de discussão neste número. Na utilização da WEB os projetos educacionais se desenvolvem através de uma equipe de trabalho multidisciplinar, na qual atuam profissionais com formação e experiência variada, que precisam colaborar de maneira eficaz e eficiente para o sucesso do projeto. Além do designer instrucional, que em nossa visão tem o papel de planejamento do processo de ensino-aprendizagem baseado em princípios comprovados de psicologia e pedagogia, existem, na equipe, outros tipos de "designers", dos quais um que se destaca é o designer gráfico - profissional com formação e experiência voltadas mais para comunicação e arte - talvez um graduado da ECA (exatamente "Escola de Arte e Comunicação") na Universidade de São Paulo ou talvez do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio; Não é nada novo encontrar estes dois tipos de "designers" em equipes bem formadas. Mais recentemente, apareceu um terceiro tipo: o "web designer", que tipicamente traz formação e experiência da área de ciências de informática ou engenharia de sistemas. Só que na prática - e cada vez mais - estes tipos distintos de "designer" estão se tornando mais difícil de distinguir. Em muitas equipes, por motivos práticos e de restrições financeiras, uma pessoa assume mais que um papel; e em muitos casos, a terminologia usada para descrever o cargo de um profissional cria mais confusão porque os gerentes/coordenadores das equipes não respeitam, não reconhecem, ou simplesmente nem sabem, que existem estas diferentes funções, baseadas em diferentes áreas de teoria e prática, cada uma contribuindo com fatores importantes, mas bem diferentes, ao sucesso geral do projeto.
O segundo tema deste segundo número da Revista é voltado para distinguir com maior clareza as diversas formas de "design" envolvidas na elaboração de um projeto de EAD. A discussão teórica é iniciada pelo artigo "Educação a Distância: o Design Gráfico como agente do "diálogo" mediado pelas interfaces computacionais". A autora, Cristina Portugal, trabalha no departamento de Artes e Design da PUC-Rio, mencionado acima; entretanto, o artigo aborda diversos conceitos e princípios teóricos, alguns deles extraídos dos trabalhos de educadores, como Paulo Freire. Será interessante analisar, e talvez discutir, se o artigo, além de abordar aspectos das "interfaces computacionais" também ajuda a definir a "interface" entre as contribuições do profissional de arte e design e do profissional de pedagogia e psicologia no processo. Como melhor distinguir a função do designer instrucional e do designer gráfico? Como harmonizar estes dois tipos de contribuição profissional em projetos de EAD? E como ainda integrar estas contribuições com as contribuições do "web designer" em projetos modernos de E-learning?.
O ensino através da WEB oportuniza a criação de atividades para facilitar a aprendizagem do aluno em função de seus objetivos; representa o sentido físico através do qual a mensagem educacional é comunicada. Mesmo que a WEB seja um meio que, diferentemente de outros, favorece a interatividade, para que esta se efetive, necessita de um trabalho de base que leve o seu potencial físico a ser devidamente explorado e resulte em significativas atividades de aprendizagem. A WEB vem se tornando muito poderosa, interativa, um excelente meio para troca de informações; tem contribuído para uma reflexão maior sobre a necessidade de novos paradigmas educacionais. Mas por si só não proporciona aprendizagem e ensino de qualidade. Esta tem que ser buscada e nisso, há de se considerar os avanços na psicologia da aprendizagem e nas novas tecnologias de informação e comunicação que contribuem para a criação de ambientes de aprendizagem. Estes ambientes, quando bem desenhados, centrados no aluno, interativos, de fácil acesso, para citar algumas possibilidades, geram aprendizagem e ensino de qualidade. E criar tais ambientes depende muito do design instrucional.
Ao desenhar atividades de aprendizagem para a WEB deveríamos nos preocupar em explorar, com eficiência e eficácia, o potencial do meio para promover as atividades de aprendizagem apropriadas para realidades as quais pretendemos trabalhar. Estas realidades incluem as características dos "usuários" - os alunos que pretendemos ensinar - que não mudaram tanto, no decorrer de séculos, em suas características básicas de pensamento, aprendizagem e estilo s de estudo. Incluem também as características dos "conteúdos" - as matérias a serem comunicadas e trabalhadas; pode ser que grande parte deste conteúdo seja "nova", no sentido de que trata de descobertas recentes ou eventos correntes, mas ao mesmo tempo, este conteúdo é "velho" no sentido dos desafios de compreensão ou de comunicação clara e eficaz que apresenta tanto aos estudantes como aos comunicadores e professores. Portanto, a prática moderna de EAD, E-learning, ou qualquer outra forma de ensino deve se basear nos princípios de ensino-aprendizagem que, em grande parte, foram estabelecidos e testados experimentalmente no passado. As novas tecnologias trazem novas idéias e novas possibilidades, mas não invalidam os velhos princípios de ensino-aprendizagem. Por este motivo, a partir deste número da Revista, pretendemos incluir uma série de textos, em forma de "ajudas de trabalho" (job-aids) que apresentam conceitos, princípios e procedimentos de design instrucional, que sobreviveram a muitas provas no passado e ainda se mostram relevantes e poderosos no novo contexto digital de E-learning. Este número apresenta os dois primeiros textos da série "design instrucional". O primeiro trata do uso e da elaboração de material de consulta na forma de "Ajudas de Trabalho". Afinal, qualquer curso precisa de uma maior ou menor quantidade de material de consulta - é uma boa idéia melhorar o poder de comunicação deste material. E, já que pretendemos apresentar diversas ajudas de trabalho, é bom explicar bem no início o que pretendemos fazer, e por que. O segundo texto trata do "Mapeamento de Informação" (Information Mapping). Os motivos para inclusão deste texto são explicados na sua introdução. Basta dizer aqui, que a metodologia ali apresentada é a mais bem sucedida e está se tornando a mais utilizada para o planejamento e a autoria de hipertextos e hipermídia sobre conteúdos técnicos. Portanto, é talvez uma ferramenta indispensável para um designer instrucional trabalhando no contexto de E-learning. Por este motivo, na área de brindes e promoções, estamos oferecendo aos leitores interessados um "download" gratuito de um manual completo da técnica de Mapeamento de Informações. Este manual, de mais que 100 páginas de "mapas sobre mapeamento" foi desenvolvido em língua portuguesa pela TTS Ltda; foi utilizado em diversos projetos práticos de elaboração de materiais didáticos para EAD, incluindo sistemas de E-learning; mas também tem sido usado como material de base para cursos de desenvolvimento das habilidades de "mapeamento", inclusive um dos cursos pré-congresso da ABED, em Brasília, agosto de 2001. Agora, a TTS está disponibilizando o manual para qualquer leitor que tenha interesse nesta metodologia.
3. Design vs. Implementação.
Finalmente o terceiro tema dessa edição é bem prático: estudo dos aspectos de planejamento e implementação de projetos de E-learning. Estes aspectos que muitas vezes se mostram tão importantes como qualquer filosofia ou teoria adotada para o sucesso do projeto, muitas vezes são esquecidos até que os problemas apareçam. Há anos atrás, tive o prazer, e a sorte, de ser membro da banca de uma tese de doutorado sobre o tema de "Aspectos Relacionais de Tecnologia Educacional". O doutorando Joseph Kessels, hoje professor no Departamento de Tecnologia da Universidade de Twente na Holanda, apresentou uma pesquisa que demonstrou, através de dezenas de estudos de casos - acompanhados durante anos e em diversos contextos de educação e formação profissional - que projetos de inovação acabam em sucesso ou fracasso muito mais em função da qualidade do processo de implementação do que do seu embasamento teórico ou beleza do "design". Em outras palavras, um projeto com um "design" medíocre, mas bem implementado e gerenciado, tem maiores chances de sucesso do que o melhor projeto do mundo em termos de "design" - instrucional, gráfico e tecnológico - que sofre um processo medíocre.de implementação ou gestão. Este fato, ao meu ver comprovado irrefutavelmente, enfatiza a importância do nosso terceiro tema.
O tema é trabalhado num artigo de um autor que, por diversos motivos, no processo de tradução e editoração, dividimos em dois. São do Badrul Khan, Professor e Diretor do Departamento de "Educational Technology Leadership" na George Washington University, EUA. O nome do departamento já diz muito sobre o enfoque que podemos esperar no artigo. Mas, Badrul Khan é uma das pessoas que bem conhece a realidade da aprendizagem na WEB, sendo editor de dois livros de consulta muito bem conhecidos e usados nos Estados Unidos sobre este assunto. É também autor de um futuro livro que aborda muitos aspectos que levam projetos de E-learning ao sucesso ou ao fracasso. Os dois artigos aqui publicados são baseados no manuscrito, ainda não finalizado, de um capítulo deste futuro livro. O título deste capítulo será "Aspectos Institucionais de E-learning" e é um entre oito capítulos que pretendem abordar oito aspectos críticos para a sobrevivência de projetos de E-learning. A TTS, no Rio, está realizando a tradução deste livro, ainda não concluído, para a língua portuguesa e vai coloca-lo no mercado brasileiro em parceria com uma editora interessada (ainda não selecionada). Aproveitamos a oportunidade para utilizar, uma parte desta tradução como a base para os dois artigos da autoria de Badrul Khan, aqui publicados.
Por que dois artigos? O futuro capítulo pretende abordar tanto os aspectos teóricos e as pesquisas acadêmicas sobre o assunto, como oferecer ao leitor envolvido em projetos práticos de E-learning, uma "caixa de ferramentas". Decidimos, no processo de editoração do manuscrito do capitulo para um artigo de Revista, separar a parte teórica e de pesquisas (junto com uma farta bibliografia) como artigo para a parte científica da Revista e apresentar as "ferramentas" em forma de uma "check list" detalhada na seção de Ajudas de Trabalho. Esperamos que esta organização do conteúdo seja a mais útil, tanto para os leitores acadêmicos como para o pessoal envolvido na prática de implementação de E-learning.