Gilberto Teixeira
(Prof. Doutor FEA/USP)
(Prof. Doutor FEA/USP)
I – INTRODUÇÃO
Neste texto discutiremos alguns aspectos teóricos envolvido na situação de exposção oral ou seja todas aquelas situações onde um expositor (conferencista, palestrante, instrutor, gerente, professor) apresenta‑se diante de um determinado público com a responsabilidade de transmitir uma mensagem representando conceitos ou idéias.
Um dos processos essenciais em torno dos quais se desenvolve a atividade do expositor é o envio de mensagens verbais ou não‑verbais que tem como objetivo comunicar mapas cognitivos ou ainda criar experiências
referênciais para o público.
referênciais para o público.
Todas as mensagens devem ser transmitidas por algum tipo de meio de comunicação.
Em situações de apresentação, o meio pelo qual as mensagens são enviadas compõe‑se de:
* um canal de comunicação;
* um contexto da comunicação;
* uma estrutura cultural que envolve a comunicação.
Os canais de comunicação relacionam‑se as diversas modalidades sensoriais por meio das quais a mensagem pode ser representada.
O contexto e a estrutura cultural em torno da comunicação relacionam‑se aos tipos de pressuposções e inferências que serão usadas para dar sentido a comunicação.
II – Os Canais de Representação
As nossas capacidades de aprender e comunicar advem da nossa habilidade de criar mapas mentais.
Eles são construídos a partir da informação dos cinco sentidos ou dos “sistemas de representação”:
* visão,
* audção,
* tato,
* paladar e
* olfato.
Os nossos sentidos constituem a forma ou estrutura de pensamento, comparado ao conteúdo.
Todo pensamento que temos, independente do conteúdo, dependerá das imagens, do som, das sensações, dos odores ou paladares, e da maneira como essas representações se relacionam umas com as outras.
Constantemente, estamos relacionando representações sensoriais para construir e atualizar os nossos mapas da realidade.
Criamos esses mapas a partir de informações que nos são enviadas por nossa experiência sensorial.
“Os canais de representação” relacionam‑se aos sentidos e ao tipo de modalidade sensorial ou de representação que a pessoa está empregando naquela etapa específica da comunicação ou estratégia de aprendizagem.
Quando alguém fala em voz alta está usando um canal verbal de representação externa.
Uma forma mais visual ou simbólica de representação externa inclui o desenho ou a exibção de símbolos e diagramas ‑ quando pensamos, o fazemos com imagens internas ou a partir de um diálogo interno.
Os tipos básicos de canais de representação incluídos na criação de representações são:
* Verbal
* Escrito Pictórico Fisico
Verifique a maneira como você usa, interna e externamente, esses canais de representação enquanto está fazendo a apresentação.
Por exemplo:
Quando você está estabelecendo objetivos, eles são representados visualmente; ou são representados como ações, de maneira fisica?
Eles são representados verbalmente?
<< Talvez sejam representados simplesmente
como uma sensação. >>
como uma sensação. >>
Da mesma maneira, você poderá verificar se as evidências que está usando para saber se está atingindo os seus objetivos são verbais, visuais, emocionais ou físicas.
Quando faz uma apresentação você tende a ser basicamente verbal? Ou também usa as imagens, visualizações ou representa idéias fisicamente, por meio de “microdemonstrações”?
Talvez você tenha uma preferência mais clara por esses canais de representação.
Também é possível utilizar vários tipos ou canais de representação, ao fazer uma apresentação.
Por exemplo, os objetivos de tarefas podem ser representados em termos de imagem do resultado desejado, porém, os objetivos relacionais podem ser representados de maneira verbal ou emocional.
Algumas idéias ou conceitos podem ser representados em termos de múltiplos sentidos, tais como sentimentos e imagens.
Os sentidos que a pessoa usa para representar de maneira cognitiva a informação, tal como situações desejadas e conseqüências potenciais, não são simples detalhes.
Por exemplo, algumas pessoas tem problemas ao realizar essas tarefas porque tem grandes visões, porém nenhuma compreensão da sensação do esforço que deve ser realizado para concretizar a visão ou então não possuem nenhuma percepção da seqüência lógica das atividades que levam ao objetivo.
III – Canais de Representação e Estilos de Aprendizagem
A noção de estilo de aprendizagem comporta, fundamentalmente, o reconhecimento ou a aceitação do fato de que as pessoas aprendem de maneiras diferentes.
Cada pessoa desenvolve suas capacidades sensoriais em níveis diversos.
Algumas pessoas são naturalmente muito visuais. Algumas tem grande dificuldade em formar imagens visuais ou pensar de maneira visual. Outras pessoas são mais verbais e podem falar e articular suas experiências com facilidade, enquanto outras lutam com palavras. As palavras as confundem.
E, ainda, ha pessoas muito orientadas para os sentidos e aprendem pela ação.
Um apresentador precisa levar em consideração o fato de que cada pessoa tem as suas tendências específicas.
Grande parte da estratégia de comunicação é dirigida não apenas para aquilo que o aluno deve aprender, mas também sobre quem o aluno é, a de que maneira o instrutor ou apresentador pode levar ainda mais isso em consideração.
A comunicação efetiva inclui a seleção, a colocação em seqüência e a mistura dos canais na estrutura cultural, em que a comunicação está sendo enviada.
IV – Influências dos Diferentes Canais de Representação
Os Canais de representação são uma dimensão importante da estratégia de comunicação de um expositor.
Os diferentes canais de representação e padrões verbais direcionam os processos cognitivos dos membros do grupo de maneiras diferentes e influenciam as suas percepções das relações dos diversos papéis do grupo.
Por exemplo, a escrita é uma maneira simples de incentivar o consenso, porque do momento em que o que foi proposto esta colocado no quadro‑negro a pessoa já não está intimamente associada com a idéia.
Exteriorizar a idéia permite separar o que do quem.
Diferentes modalidades de representação tem pesos diferentes, o modo verbal de representação, por exemplo, tem muito peso em termos de como a informação e seqüência em relação as dependências lógicas.
O canal visual, geralmente, é a melhor maneira de sintetizar a informação dentro do todo ou da gestalt.
Expressar uma idéia ou conceito fisicamente fez com que apareçamos seus aspectos concretos.
É perigoso pressupor, automaticamente, que os outro tem o mesmo estilo mental que nós.
As vezes a pessoa não está acostumada a visualizar, mesmo quando se fala de algo que exija a capacidade de se lembrar ou fantasiar visualmente.
Em outros momentos, a pessoa pode ter uma tendência a focalizar demais uma imagem específica que ficou gravada em sua mente.
Essa imagem fica ressaltada por ser especial ou por ser a única a qual a pessoa foi exposta.
Em situações difíceis ou estressantes, as pessoas geralmente se voltam para o canal representacional com o qual estão mais habituadas.
Geralmente, partimos de pressuposto de que outras pessoas tem as mesmas capacidades cognitivas que nós. Mas nem sempre é o caso.
Na comunicação com os outros, entrar em contato com o seu canal de representação é um método importante para criar rapport e assegurar‑se de que essas pessoas compreenderão a comunicação.
O aprendizado pode ser melhorado pelo fortalecimento das fraquezas da pessoa ou pelo uso das suas capacidades mais fortes.
Se uma pessoa não use a visualização, pode ser muito útil incentivá‑la a pensar em termos de imagens.
Se alguém visualiza bem, enfatizar e enriquecer essa capacidade também pode aumentar o aprendizado em algumas situações.
A ênfase nos diferentes canais de comunicação e de representação pode levar a pessoa a vários tipos de estilos mentais.
Por exemplo, o canal visual ajuda a estimular o pensamento criativo, enquanto o canal verbal geralmente é mais efetivo para o raciocínio lógico ou crítico.
Voltar a atenção para os canais físicos influencia a pessoa a assumir uma orientação de ação.
Resumindo, os canais de representação podem ser usados para melhorar a aprendizagem de várias maneiras:
1) Reproduzir o canal mais usado e valorizado por aquele tipo de alunos (o uso do canal que tem o peso maior);
2) Utilizar um canal que não é geralmente usado, a fim de estimular novas maneiras de pensar ou perceber (fortalecer uma fraqueza);
3) Enfatizar o canal representacional mais adequado para um processo cognitivo específico ou um tipo de aprendizagem;
4) Melhorar a “sinestesia” entre os diferentes canais de representação.
Pontos Principaís
Diferentes canais de comunicação e representação possuem diferentes usos a pesos.
Na comunicação com os outros, utilizar o canal de representação usado por eles é um método importante no estabelecimento de um bom relacionamento.
Os canais de representação podem ser usados para melhorar a aprendizagem de várias maneiras:
a) Enriquecer o canal mais usado e valorizado (fortalecer aquilo que já tem peso);
b) Utilizar um canal que nem sempre é usado para descobrir uma nova maneira de pensar ou perceber (fortalecer uma fraqueza);
c) Enfatizar o canal de representação mais adequado a um processo cognitivo ou tipo de criatividade específicos;
d) Melhorar a justaposição e sinestesia entre os diferentes canais de representação.
V – Outros Tipos de Estratégias Representacionais
Assim que um conceito ou idéia foi definido, o espaço de percepção que se relaciona à idéia ou conceito pode ser explorado por meio do acrescimo de novos elementos ao mapa existente da idéia e conceito ou, ainda, por algum tipo de modificação do mapa.
Existem vários processos gerais que podem ser usados melhorando e aumentando a capacidade mental e de aprendizagem.
Cada um deles inclui o processo de representação de alguma coisa de forma diferente:
1) Usando representações metafóricas ou simbólicas.
2) Modificando os canais de representação.
3) Criando mapas multisensoriais.
Uma das estratégias básicas da comunicação é a representação de algo como sendo outra coisa, seja no nível da representação simbólica ou como uma metáfora.
As metáforas são uma forma especial de linguagem que dão sentido a outras mensagens e fazem ligações com estruturas mais profundas que existem nas pessoas.
Em vez de secundárias à realidade, as metáforas geralmente fornecem a estrutura pela qual as situações reais e a informação passam a ter sentido.
Outro elemento da estratégia de comunicação é a mudança do canal representacional por meio do qual estamos percebendo ou mapeando um conceito ou idéia ‑ como passando do canal verbal para o visual através do desenho, ou do visual ao físico pela expressão de algo etc.
Outro aspecto básico da estratégia de comunicação é o uso de múltiplos canais de representação ‑ como no caso de uma apresentação multimídia.
Resumindo, existem três maneiras básicas para enriquecer a representação de um conceito ou idéia:
a) Metáfora e simbolismo;
b) Mudança dos canais de representação;
c) Sintetização dos canais de representação.
Em geral, quanto mais plenamente a pessoa é capaz de usar os sistemas de representação, maior o número de conexões que serão estimuladas ou percebidas.
A metáfora é, provavelmente, a forma mais fundamental da estratégia de pensamento lateral.
Em geral, pensamos em metáforas como simples “ilustrações” da realidade, mas as nossas percepções da realidade são influenciadas de muitas maneiras pelas profundas metáforas com as quais “vivemos”.
Isto é, geralmente organizamos a realidade de acordo com as metáforas em vez de o contrário.
As metáforas oferecem representações de relações fundamentais simples, porém altamente codificadas. Geralmente, elas são a maneira mais efetiva de representar questões profundas relacionadas a valores e identidade.
Por exemplo, pensar em uma empresa como uma máquina ou como uma equipe de futebol pode mudar de maneira dramática a percepção que se tem dela.
A representação metafórica é uma maneira comum e poderosa de iniciar novas associações com relação a compreensão de uma idéia ou conceito.
É também um instrumento util para transferir o conhecimento de um contexto para outro. Ela estimula um raciocínio que pode levar ao nível de abstração necessário para transferir ou aplicar aprendizagens específicas em contextos diferentes.
Fazer analogias entre contextos muito diversos pode criar novas áreas de espaço perceptivo. Por exemplo, talvez você venha a descobrir que embora esquiar seja algo que a pessoa faça sozinha e que o contexto de escritório inclui muitas outras pessoas, ainda assim pode haver um tipo de relevância analógica ou metafórica entre o fato de esquiar e o trabalho de escritorio.
Voce pode fazer a analogia de que evitar árvores e buracos enquanto esquia equivale a lidar com as possíveis interferências criadas pelas pessoas com as quais trabalha.
Observar as micrometáforas dentro da linguagem idiomática usada pela pessoa (ou que são comuns a uma cultura) também pode servir para identificar pressuposições limitantes e indicar a direção de novas metáforas.
Por exemplo, uma pessoa pode falar abertamente sobre um problema de comunicação em termos de uma micrometáfora agressiva como uma “batalha”.
Se essa metáfora for transformada em algo menos agressivo como “pisar nos pés dos outro”, é possível descobrir mais facilmente novos espaços perceptivos.
Da mesma forma, uma metáfora de lideranca como “segurar o bastão” pode ser transformada em algo como “passar o bastão”.
Existem dois aspectos relacionados à capacidade de transferência de uma experiência de conhecimento.
Um relaciona‑se à questão de analogia ou metáfora, que depende do nível entre as representações e metáforas usadas na representação e a realidade funcional do aluno.
Uma vez que elas são semelhantes nas características relevantes para a transferência, uma poderá ser usada como experiência de referência para outra.
A analogia é uma estratégia de comunicação muito poderosa porque estimula as pessoas a raciocinar:
“De que maneira isso se parece com aquilo?”,
“O que eu posso deduzir daquilo que eu ja sei que serve como analogia para usar neste novo conceito ou idéia?”.
Por exemplo, um apresentador pode usar uma metáfora como “criar uma maça” para ilustrar ou estimular o raciocínio em relação a “criar uma máquina”.
Em termos processuais, podem existir semelhanças entre os dois; porém, em um nível operacional pode haver aspectos da criação da maça que não são transferíveis para a operação da criação de uma máquina.
Geralmente, esse tipo de analogia é valioso com respeito a compreensão, mas quando se chega realmente a operacionalizar um comportamento é necessario usar um tipo diferente de simulação ou método representacional.
Os “universais” são especialmente importantes nas apresentações.
São experiências ou metáforas comuns que um grupo inteiro e capaz de reconhecer e se relacionar.
Um universal pode ser uma experiência comum que todos de um grupo podem ter tido ou observado.
Por exemplo, algo como “uma criança aprendendo a andar” ou‑ “preparar uma refeção” etc.
Uma pergunta que o apresentador pode fazer a si mesmo é:
“Quando posso relacionar daquilo que estou tentando ensinar as experiências universais?”.
Alguns universais são uteis para se compreender uma idéia ou um conceito, enquanto outros ajudam a transferir o conhecimento do ambiente onde é feita a apresentação para a realidade do público.
Existem diferentes planos quanto a universalidade de uma experiência particular.
Em uma cultura específica, um conceito pode ser universal, porém a habilidade comportamental talvez não o seja.
Para transferir conceitos, algo pode ser uma boa referência metafórica, mas para transferir o nível real de capacidade o apresentador talvez tenha de usar outras formas de representações ou experiências de referência.
Um terceiro elemento, que influencia a capacidade de transferência de uma experiência de conhecimento, relaciona‑se ao aspecto “simbólico” dessas experiências.
Os símbolos as experiências simbólicas são um poderoso instrumento de aprendizagem.
Os símbolos são geralmente associados a estruturas mais profundas de experiência, como as crenças e a identidade, e, portanto, mobilizam‑nas (por exemplo, a bandeira do país, o logotipo da empresa ou um uniforme).
Uma experiência de referência também pode ter um valor simbólico.
“Projetar uma maça” pode ser uma declaração simbólica. De certa maneira, trata‑se mais de um processo simbólico do que real.
Ninguem realmente projeta uma maça, mas isso simboliza a abordagem específica sobre como pensar a respeito de algo.
As experiências simbólicas geralmente são interiorizadas de forma mais profunda e transferem‑se de maneira mais ampla do que um segmento ou um exemplo específico de informação.
A representação de um papel, por exemplo, é basicamente considerada como uma modalidade para se praticar uma técnica específica.
Porém, as representações de papel também possuem um valor simbólico.
Por exemplo, em algumas representações, mesmo que a pessoa jamais tenha tido a experiência pode ser tão simbólica da sua realidade que chega a ser uma experiência de aprendizagem mais poderosa do que simplesmente a prática de um procedimento comportamental.
As experiências simbólicas geralmente se relacionam às crenças e valores. Elas tem um papel na cultura, comparadas a uma simples situação física.
Exemplos ou analogias também podem ser simbólicos e simultaneamente instrutivos.
VI – Os Pacotes Cognitivos
Os conceitos, idéias e mapas cognitivos completos são comunicados por uma série de “pacotes cognitivos”.
Um “pacote cognitivo” é um “segmento” de comunicação que serve para criar um mapa cognitivo maior ou contribuir para a criação de uma referência.
De modo geral, um pacote cognitivo mais sofisticado pode ser formado a partir de pacotes cognitivo mais simples.
Pacotes cognitivos são elementos concretos gráficos ou verbais, de alguma forma tangíveis, ou seja, o tipo de mensagem que a pessoa está tentando enviar para a forma do mapa de um conceito ou idéia e relacioná‑lo a experiências referênciais.
Uma transparência, um exemplo de pacotes formados por diferentes modalidades de representação.
O valor de se pensar na comunicação em termos de “pacotes” e que depois conseguimos reempacotá‑los ou ressequenciá‑los de acordo com o tipo de representação efetiva para um certo processo de aprendizagem.
O canal representacional por meio do qual um pacote cognitivo é enviado tem uma influência importante.
Uma imagem pode ajudar a visualizar um sistema completo, porém as instruções verbais são efetivas para informações de procedimento. Ações físicas podem ajudar a modelar as ações da pessoa de maneira mais direta.
VII – A Influência de Diferentes Tipos de Representações da Aprendizagem
O espaço perceptivo é definido pelas partes do sistema de elementos que são considerados relevantes para a idéia ou conceito.
A maneira como se representa um espaço perceptivo determinará o tipo de associações ou ligações que podem ser feitas.
Diferentes tipos de representação “pontuam” um espaço perceptivo de maneiras distintas e iluminam diferentes fatores de relacionamentos naquele espaço específico. Diferentes de processos mentais.
Por exemplo, é mais facil fazer uma crítica em resposta a algo que foi dito do que a imagens simbólicas.
Diferentes tipos de mapas são mais efetivos para representar a informação em distintos níveis:
O que Þ palavras
Como Þ diagramas
Por que Þ símbolos
Quem Þ metáforas
O contexto e a cultura são outros aspectos dos meios por intermédio dos quais as mensagens são comunicadas.
O contexto e a cultura determinam o tipo de pressuposições e expectativas que o grupo vai aplicar para interpretar o significativo da comunicação.
A fim de dar significado a uma representação ou experiência particular, deve‑se fazer pressuposições sobre o espaço perceptivo no qual se está operando.
Diferentes pressuposicões influenciam a prioridade e a relevância que se dá a elementos da idéia ou da experiência.